quarta-feira, 30 de abril de 2014

Mensagem

O trabalho, nos fortalece, nos edifica, nos sustenta, e nos enobrece.
Foto e Mensagem: Mulheres auxiliadoras.

Dicas de Mãe - Para Saúde

Frutas e verduras tem magnésio.
Bate abacaxi com hortelã, que tem muito magnésio.

Mensagem

A saudade, é como a fome.
Mata-se ela, porém ela sempre volta.
Por isso é bom, ter coisas boas para se lembrar.
Faz bem para a alma!
Ame, seja feliz!
Mulheres Auxiliadoras

Utilidade Pública - Cuidados ao Usar Medicamentos



Olhar de Esperança - Entre o antigo, o novo e o incerto! - Porém felizes




Índios, vendendo seus artesanatos nas calçadas, em São Francisco do Sul, Santa Catarina, Brasil.


Santos João XXIII e Beato João PauloII

Intercedei por nós!!!
Mulheres Auxiliadoras

Piada Da velhinha que Escorregou

Uma velhinha, escorregou nas escadarias da igreja e caiu lá embaixo nos pés de uma bicha.
Um senhor que passava deu bronca na bicha.
 - Porque você não impediu que ela caísse?
 - A bicha. - Eu não, eu pensei que era promessa!
Manuscritos de Iracema.

Dica para o lanche da tarde


sábado, 26 de abril de 2014

Sabor com Amor - Lasanha de Abacaxi

1º Molho - Doce de Abacaxi: Descasca e pica um abacaxi, coloca em uma panela com,1 copo pequeno de água, 2 colheres de açúcar e cozinha por uns 15mts, engrossa com 2 colheres de sopa rasas de amido de milho.
2º Molho - Creme Nobre: Coloca em uma panela 1 litro de leite, ( separa um copo para dissolver o amido) 1 lata de leite condensado,3 ou 4 gemas, sem a pele, 3 colheres rasas de amido de milho. Leva ao fogo sem parar de mexer até engrossar, depois deixa uns 2 mts( sem parar de mexer) até cozinhar o amido.
Tira do fogo e acrescenta 1 colher de manteiga, 2 colher de chá de essência de baunilha, e bate um pouco, para misturar bem.
Pré- cozinha a massa da lasanha, ou pode usar a que você preferir.
Coloca em um pirex, primeiro o creme nobre, depois a lasanha, creme, queijo mussarela, o abacaxi, lasanha..... intercala até acabar por último com o creme nobre e o queijo por cima.
Leve ao forno e asse até que esteja, cozida a lasanha.
Esta receita, é excelente para ser servida com carnes assadas em especial a de porco.
Receita feita por Patricia, neta e afilhada de Iracema.
Bom Apetite.

Utilidade Pública - O Que Você Pode Fazer Por Você


Domingo dia do Senhor - SEGUNDO DOMINGO DA PÁSCOA (27.04.14) Jo 20, 19-31

“A Paz Esteja Com Vocês”
Texto Completo em: www.matrizsaocristovao.com.br
Imagem: Congregação do Verbo Divino - Curitiba Paraná

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Mensagem - Viva Seja Feliz



Mesmo que precisamos passar por uma metamorfose, em nossas vidas;
Mesmo sem saber, no que vai dar.
Assim mesmo, vai valer a pena, se nos levar a ser felizes;
Não importando o tempo que dure.
Nos nascemos para sermos felizes.
Viva Seja Feliz!
Foto e mensagem: Maria Auxiliadora

Dica - Em breve a sensação do almoço de Páscoa - Lasanha de Abacaxi

Ainda essa semana, a sensação do almoço de Páscoa, feita pela neta da Iracema -  "Lasanha de Abacaxi"

Utilidade Pública - Cartilha Viver Bem - O que os exercícios podem fazer por você

Arquivos de Iracema:  Data provável, ano de 2000, governo de Fernando Henrique Cardoso.
Segue...


Transformando - Tecidos em Sonhos


Arquivos de Iracema:  Suplemento Viver Bem do Jornal Gazeta do Povo, de 14 de dezembro de 1986

Lembranças - Pitty cachorra que era da Iracema


Pitty em clima de Páscoa.

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Sabor com Amor - Salgadinhos para Festa e Lanche da Tarde


Arquivos de Iracema - Revista Manequim, agosto de 1993.
www.manequim.com.br
Obs: Clique na foto, para aumenta-lá.

Lembranças

Arquivos de Iracema Cartão de Páscoa

Planta da Casa de Iracema em Três Lagoas - MS


Arquivos de Iracema


Dicas para a memória - Arquivos de Iracema

Tome banho de olhos fechados;
Ande de costas;
Memorize a lista do super mercado;
Comer em casa, em cada dia em um comodo ( da casa);
Ao comer tente saber como foi feito, o que tem na comida.
Arquivos de Iracema

Sabor com Amor - Doce de Pera Caseiro

Descasca as peras, ( peras de casa aquelas, duras) mergulhando-as em água com umas duas colheres de vinagre. Depois faz uma calda, acrescenta cravos a gosto, coloca as peras e cozinha-as.
É simples e fácil de fazer, e fica delicioso para comer com sorvete.
Bom Apetite!
Foto e receita: Mulheres Auxiliadoras

Utilidade Pública - Viver Mais - Sempre alerta - Duro na queda


sábado, 19 de abril de 2014

Viva, Cristo Ressuscitou! Domingo de Páscoa - 20,1-9

“Ele viu e acreditou”

            Os quatro evangelhos relatam os acontecimentos do Dia da Ressurreição, cada um de acordo com as suas tradições.  Mas certos elementos são comuns a todos: o fato do túmulo vazio, que as primeiras testemunhas eram as mulheres (embora divirjam quanto ao seu número e identidade e o motivo da sua ida ao túmulo - para ungir o corpo, ou para vigiar e lamentar), e de que uma delas era Maria Madalena. Podemos tirar disso a conclusão que as mulheres tinham lugar muito importante entre o grupo dos discípulos de Jesus, e que elas eram mais fiéis do que os homens, seguindo Jesus até a Cruz e além dela!  Infelizmente, outras gerações fizeram questão de diminuir a importância das discípulas na tradição – e a Igreja sofre até hoje as conseqüências.
            Lendo os relatos, um fato salta aos olhos – ninguém esperava a Ressurreição.  Para os e as discípulos, a Cruz era o fim da esperança, a maior desilusão possível.  Se somarmos a isso o fato que todos os Doze traíram Jesus (ou por dinheiro, ou por covardia), podemos imaginar o ambiente pesado entre eles na manhã do Domingo.  Nesse meio, chega a Maria e as mulheres com a notícia de que o túmulo estava vazio.
No nosso texto, Pedro (que tem um papel importante nos textos pós-ressurrecionais) e o Discípulo Amado (anônimo, mas quase certamente não um dos doze) correm até o túmulo. O texto deixa entrever a tensão histórica que existia entre a comunidade do Discípulo Amado e a comunidade apostólica (representada por Pedro).  Pois o Discípulo Amado espera por Pedro (reconhece a sua primazia), mas enquanto Pedro vê sem acreditar, o Discípulo Amado acredita.  No Quarto Evangelho, Pedro só realmente vai conseguir amar Jesus no Capítulo 21, enquanto o Discípulo Amado é o tal desde Capítulo 13. Só quem olha com os olhos do coração, do amor, penetra além das aparências!
            Como em Lucas 24, na historia dos Discípulos de Emaús, o texto demonstra que a nossa fé não está baseada em um túmulo vazio!  Não é o túmulo vazio que fundamenta a nossa fé na Ressurreição, mas o contrário - e a experiência da presença de Jesus Ressuscitado que explica porque o túmulo está vazio!  Cuidemos de não procurar bases falsas para a nossa fé no Ressuscitado!
Hoje em dia, quando olhamos para o mundo ao nosso redor, é fácil não acreditar na vitória da vida sobre a morte.  Há tanto sofrimento e injustiça - guerra, violência, corrupção endêmica, saúde e educação sucateadas, destruição desenfreada do meio-ambiente, sem falar de desastres naturais com terremotos e tsunamis!  Só uma experiência profunda da presença de Jesus libertador no meio da comunidade poderá nos sustentar na luta por um mundo melhor, com fé na vitória final do bem sobre o mal, da luz sobre as trevas, da graça sobre o pecado!  Nós todos somos discípulos amados, pois “nada nos separa do amor e Deus em Jesus Cristo” (cf. Rom 8), mas será que somos discípulos qua amam? Será que amamos a Jesus e ao próximo?  E lembramos que o ágape, o amor proposto pelo evangelho, não é um sentimento, mas uma atitude de vida, de solidariedade, de partilha, de justiça. “O amor consiste no seguinte: não fomos nós que amamos a Deus, mas foi ele que nos amou, e nos enviou o seu Filho como vítima expiatória por nossos pecados.  Se Deus nos amou a tal ponto, também nós devemos amar-nos uns aos outros”(I Jo 4, 10-11).
Que a mensagem da Ressurreição, da vitória da vida sobre a morte, nos anime e dê força, especialmente quando a Cruz pesar muito em nossas vidas.
Tomaz Hughes SVD
e-mail: thughes@netpar.com.br
Fonte: www.matrizsãocristovao.com.br
Imagem:Google



quinta-feira, 17 de abril de 2014

Mensagem - Páscoa Tempo de Renascer! Tempo de Despertar para a Vida Nova

Páscoa: Tempo de renascer! Tempo de despertar para a vida nova!"
Muitos de nós, de uma certa idade, lembram ainda quando a Quaresma era observada com muito rigor nas famílias e comunidades cristãs, com especial ênfase em deprivar-se de algum bem – doces, bebidas, cinema ou algo semelhante.  Que alegria quando chegasse Sábado Santo, pois tudo isso terminou!  Sem negar o valor das práticas daqueles tempos idos, antes da reforma litúrgica do Papa Pio XII, a celebração da Páscoa foi diminuída na sua importância e quase que desligada da caminhada quaresmal, pois a Quaresma terminava ao meio dia do Sábado Santo!
O ponto alto do Ano Litúrgico é o Tríduo Pascal.  Aqui está resumido todo o mistério da nossa salvação, pela vida, morte e ressurreição de Jesus.  Na quinta à noite comemoramos a Ceia que resumiu toda a vida de Jesus.  “Tendo amado os seus, amou-os até o extremo”  (Jo 13,1) - até o último ponto de doação, dando a sua vida.  Jesus nos deu o mandamento que deve nortear toda a nossa vida – “façam isso em memória de mim!”.  Não fazendo uma lembrança de algo que já passou, mas o memorial – tornando presente tudo que foi celebrado nessa ceia derradeira, e comprometendo-nos com o seguimento de Jesus hoje, alimentados por seu corpo e sangue, numa vida de amor e solidariedade.
            Há uma ligação estreita entre todos os elementos do Tríduo, pois sexta feira foi a consequencia lógica da vida de Jesus.  Ele não veio para morrer, mas para que “todos tenham a vida e a vida em abundância” (Jo 10,10).  Por isso, o seu projeto do Reino bateu frontalamente com os projetos de dominação do seu tempo, e por isso, ele foi assassinado.  Fiel até o fim, assumiu as consequências da fidelidade à vontade do Pai, e foi morto, e morto na Cruz.  Desvinculado da Quinta-feira Santa e do Sábado Santo, Sexta-feira Santa seria a celebração de uma derrota fragorosa.  Por isso, depois de sentirmos a dor e a tristeza da sexta feira, aparente vitória do mal, celebramos, numa explosão de alegria, a vitória de Deus, do bem, na Ressurreição de Jesus, garantia da nossa, através da Liturgia Pascal.
            Nos relatos dos Evangelhos certos elementos são comuns: o fato que o túmulo era vazio, que as primeiras testemunhas eram as mulheres, e que uma delas era Maria Madalena.  Um fato salta aos olhos – ninguém esperava a Ressurreição.  A Cruz era o fim da esperança, a maior desilusão possível.  Se somarmos a isso o fato que todos eles traíram Jesus (ou por dinheiro, ou por covardia), podemos imaginar o ambiente pesado entre os discípulos na manhã do Domingo.  Nisso, chegam a Maria e as mulheres com a notícia do  túmulo vazio.  Pedro e o Discípulo Amado correm até o túmulo. Enquanto Pedro vê sem entender enquanto o Discípulo Amado acredita.  Só quem olha com os olhos do amor, penetra além das aparências!
            Salta aos olhos, mesmo com uma leitura superficial dos relatos evangélicos, que a experiência da Páscoa fez uma reviravolta na vida dos discípulos e discípulas.  De um grupo de decepcionados, desiludidos e fracassados, se tornaram um grupo dinâmico, evangelizador, animado, olhando a vida, com suas alegrias e tristezas, de uma outra maneira.  Isso fica claro no relato dos Discípulos de Emaús, em Lucas 24, 13-35.  Podemos sentir no desabafo do Cléofas sentimentos de tristeza, decepção, desilusão, até revolta contra Jesus, por, aparentemente, ter fracassado e destruído os sonhos e esperanças deles: “nós esperávamos (notemos o tempo do verbo!) que fosse ele o libertador de Israel, mas...já faz três dias que tudo isso aconteceu.” (Lc 24, 21).  De repente, depois de ter feito a experiência da presença de Jesus Ressuscitado, tudo muda: “Então uma disse ao outro: Não estava o nosso coração ardendo quando ele nos falava pelo caminho e nos explicava as Escrituras?”  Na mesma hora, eles se levantaram e voltaram para Jerusalém, onde encontraram os Onze, reunidos com os outros” (Lc 24, 32-33).
            Páscoa era para eles, e deve ser para nós, “tempo de renascer”.  Mas é bom notar – só “renasce” quem morreu!  Temos que descobrir em nós o que precisa renascer, o que tem morrido, ou está agonizando!  Pode ser a fé, a força, o ânimo, a esperança, o engajamento na comunidade, a energia para lutar por um mundo melhor.  Todas essas coisas são capazes de renascer, se realmente fizermos a real experiência da Páscoa, da Ressurreição de Jesus.  Não de uma maneira sentimental e aérea, mas realista.  Para ressuscitar, Jesus teve que passar realmente pela morte.  Mas venceu a morte e continua a viver – e no meio de nós.  Lembremos como Paulo dava importância à Ressurreição. Escrevendo aos coríntios, uma comunidade onde alguns “iluminados” negaram ou menosprezaram o fato da Ressurreição, ele brada: “Se os mortos não ressuscitam, Cristo também não ressuscitou. E se Cristo não ressuscitou, a fé que vocês têm é ilusória e vocês ainda estão nos seus pecados....Se a nossa esperança em Cristo é somente para esta vida, nós somos os mais infelizes de todos os homens (I Cor 15, 16-19).
            Não há dúvida que não é fácil manter sempre a esperança, a fé e a coragem diante de tantas dificuldades na vida.  Sempre foi assim.  O autor anônimo de Hebreus, escrevendo na segunda parte do primeiro século a uma comunidade judeu-cristã, sabia disso, e falou: “Corramos com perseverança na corrida, com os olhos fixos em Jesus...para que vocês não se cansem e não percam o ânimo, pensem atentamente em Jesus” (Hb 12, 1c-3).  A celebração da Semana Santa nos dá uma oportunidade de fazer isso – olhar de novo atentamente para Jesus, o Verbo de Deus, “que se fez homem e armou a sua tenda no meio de nós” (cf Jo 1, 14).  Assim podemos reanimar a nossa fé, a nossa missão, a nossa participação na comunidade, olhando, recordando e celebrando o Jesus real que se tornou igual a nós em tudo, menos o pecado.  Ele que, apesar de ser abandonado por quase todos e sentindo-se abandonado até pelo Pai, gritou “Meu Deus, Meu Deus porque me abandonaste”(Mc 15,34), mesmo assim foi fiel até o fim e assim foi ressuscitado pelo Pai.  Tempo de renovação, tempo de reviver, tempo de ânimo novo, tempo santo – a celebração da Vida, Morte e Ressurreição de Jesus, “autor e consumidor da fé” (Hb 12,3) Que esta celebração nos dê renovado força e novo ânimo sempre, especialmente quando a Cruz for muito pesada!
Pe. Tomaz Hughes SVD
Imagem: Google

Mensagem

Em virtude dos dias Santos, voltaremos sábado.
Boa reflexões e orações a todos.
Maria Auxiliadora

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