segunda-feira, 23 de maio de 2016

Bom Dia a todos!

Obrigada prima!
Recebido por WhatsApp

sábado, 21 de maio de 2016

Quem tem olhos que veja!




Muitos passam, mas poucos vêem, a obra de arte, que naturalmente se formou num muro comum,ao cair da noite!
Quem tem olhos que olhe e quem tem alma, que veja!
Foto e mensagem: Maria Auxiliadora

Presente de Deus!

Enterra o lixinho de cozinha no quintal, e depois de um tempo, a surpresa, nasce um pé de abobora.
E ele.. alastra... e alastra,..floresce, cresce e amadurece.
Eu fico maravilhada com a pura e simples natureza, que basta um afago e ela nos surpreende e recompensa em dobro.
É ou não é, um presente de Deus!
Foto e texto: Maria Auxiliadora - Filha de Iracema

Mensagem

Imagem: Congregação do Verbo Divino

Domingo Dia do Senhor - FESTA DA SANTÍSSIMA TRINDADE (22.05.16) Jo 16, 12-15

“O Espírito não falará em seu próprio nome”

Hoje celebramos o mistério insondável de Deus, a Santíssima Trindade.  Durante os primeiros séculos da sua existência, a Igreja tinha dificuldade para expressar em palavras o inexprimível – a natureza do Deus em que acreditamos.  Chegou à expressão belíssimo do Credo Niceno-Constantinopolitano, infelizmente tão pouco usado nas celebrações de hoje, onde celebra o Pai “criador de todas as coisas”, do Filho, “Deus de Deus, Luz da Luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado’, e o Espírito que “dá a vida, e procede do Pai e do Filho”.  Mas mesmo essas expressões tão profundas não conseguem explicar a Trindade, pois se Deus fosse compreensível à mente humana, não seria Deus.
O Quarto Evangelho nos traz formulações muito bonitas referentes à Trindade, especialmente no ultimo Discurso de Jesus.  Nesses capítulos (13-17) ele é representado como o Paráclito, uma palavra grega que significa, em nossa linguagem, o Advogado da Defesa.  Em diversos textos, João expressa a função do Espírito dentro da comunidade pós-ressurrecional.  No capítulo 16, de onde se tira o texto de hoje, existe um trecho trinitário; vv. 13-15 se referem ao Espírito; vv. 16-22 a Jesus; vv. 23-27 ao Pai.
No texto de hoje a função do Espírito de ensinar é enfatizada.  Como em Cap. 14, num texto paralelo, esse ensinamento não trará nada de novo.  Jesus já recebeu tudo do Pai e o Paráclito recebe tudo de Jesus.  Mas o ensinamento dele vai fazer com que os discípulos compreendam melhor o que significava o ensinamento que receberam de Jesus. Vai fazer com que eles “recordem” as suas palavras, e assim consigam colocá-las em prática.  O termo “verdade" que se usa neste tem o mesmo sentido que tem em outros textos do Quarto Evangelho, isso é, a fé em Jesus como a revelação de Deus e quem fala as palavras de Deus ( cf. Jo 3,20.33; 8, 40.47).
Dentro das limitações da linguagem humana, tentamos expressar a mistério da Trindade como “três pessoas numa única natureza”. Mais importante do que encontrar fórmulas abstratas para expressar o que no fundo é inexprimível, é descobrir o que a doutrina da Trindade pode nos ensinar para a nossa vida cristã.  Talvez o livro de Gênesis possa nos ajudar.  Lá se diz que Deus “criou o homem à sua imagem; à imagem de Deus ele o criou; e os criou homem e mulher”(Gn 1,28).  Se somos criados na imagem e semelhança de Deus, é de um Deus que é Trindade, que é comunidade perfeita, na diversidade.  Assim, só podemos ser pessoas realizadas na medida em que vivemos comunitariamente.  Quem vive só para si é destinado à frustração e infelicidade, pois está negando a sua própria natureza.  O egoísmo é a negação de quem somos, pois nos fecha sobre nós mesmos, enquanto fomos criados na imagem de um Deus que é o contrário do individualismo, pois é Trindade.  No mundo pós-moderno onde o individualismo social, econômico e religioso é tido como critério fundamental da vida, a doutrina da Trindade nos desafia para que vivamos a nossa vocação comunitária, criando uma sociedade de partilha, solidariedade e justiça, no respeito do diferente do outro, pois fomos criados na imagem e semelhança deste Deus que e amor e comunhão. A festa de hoje não é dum mistério matemático – como pode ter um em três – mas do mistério do amor de Deus, que nos criou para que vivêssemos comunitariamente na sua imagem e semelhança.
Tomaz Hughes SVD
e-mail: thughes@netpar.com.br
Fonte: www.matrizsaocristovao.com.br

sábado, 14 de maio de 2016

Boa Noite

É tudo que precisamos para começar!
Foto: recebida por WhatsApp

Domingo Dia do Senhor - DOMINGO DE PENTECOSTES (15.05.16) At 2, 1-11

“Todos ficaram repletos do Espírito Santo”

     A liturgia de hoje nos descreve a descida do Espírito Santo sobre a comunidade dos discípulos, em duas tradições – as de Lucas (Atos) e da Comunidade do Discípulo Amado (João 20).  Salta aos olhos que uma leitura fundamentalista da bíblia – infelizmente ainda muito comum entre nós – leva a gente a um beco sem saída, pois no Evangelho de João a Ressurreição, a Ascensão e a descida do Espírito se deram no mesmo dia (Páscoa), enquanto Lucas separa os três eventos, num período de cinqüenta dias.  Por isso devemos ler os textos dentro dos interesses teológicos dos diversos autores – os 40 dias de Lucas, por exemplo, entre a Ressurreição e a Ascensão, correspondem aos 40 dias da preparação de Jesus no deserto, para a sua missão. Pois como Jesus ficou “repleto do Espírito Santo” (Lc 4,1) e se lançou na sua missão “com a força do Espírito” (Lc 4, 14), a comunidade cristã se preparou durante o mesmo período, e na festa judaica de Pentecostes também experimentou que “todos ficaram repletos do Espírito Santo” (At , 2,4).
Uma leitura superficial do texto de Atos dá a impressão dum relato uniforme e coeso – mas isso se deve a habilidade literária do autor.  Na verdade, ele costurou um relato só, tecendo elementos de duas tradições.  Uma leitura cuidadosa nos mostra essas duas tradições: a primeira está nos vv. 1–4, uma tradição mais antiga e apocalíptica;  a segunda está nos vv. 5-11, mais profética e missionária.
Nos primeiros versículos, estamos no ambiente duma casa, onde os discípulos se reuniram.  Atos nos faz lembrar que estavam reunidos três grupos distintos, os Onze, as mulheres, entre as quais Maria, a mãe de Jesus, e os irmãos do Senhor.  Embora talvez representem três tradições cristológicas diferentes no tempo de Lucas, ele faz questão de enfatizar que todos estavam reunidos com “os mesmos sentimentos, e eram, assíduos na oração” (At 1,14).  Quer dizer, a descida do Espírito não é algo mágico, mas conseqüência da unidade na fé e no seguimento do projeto de Jesus.
O primeiro relato (vv 1-4) usa imagens apocalípticas, símbolos da teofania, ou da manifestação da presença de Deus – o som dum vendaval e as línguas de fogo.  A expressão externa da descida do Espírito é o “falar em outras línguas” (não o “falar em línguas”- glossolalia – tão valorizado por muitos grupos de cunho neo-pentecostal).
A segunda tradição muda o enfoque.  O ambiente muda da casa para um lugar público – provavelmente o pátio do Templo.  O sinal visível da presença do Espírito não é mais o falar em outras línguas, mas o fato que todos os presentes pudessem “ouvir, na sua própria língua, os discípulos falarem” (At 1, 6).  O termo “ouvir” aqui implica também “compreender”.  Três vezes o relato destaca o fato dos presentes poderem “ouvir” na sua própria língua (vv. 6.8.11).  Assim, Lucas quer enfatizar que o dom do Espirito Santo tem um objetivo missionarão e profético – de fazer com que toda a humanidade possa ouvir e compreender a nova linguagem, que une todas as raças e culturas - ou seja, a do amor, da solidariedade, do projeto de Jesus, do Reino de Deus.
A lista dos presentes tem um sentido especial – estão mencionadas raças, áreas geográficas, culturas e religiões.  Todos ouvem as maravilhas do Senhor.  Assim Lucas ensina que a aceitação do evangelho não exige deixar a identidade cultural. Contesta a dominação cultural, ou seja, a identificação do Evangelho com uma cultura específica.  Durante séculos este fato foi esquecido nas Igrejas, e identificava-se o Evangelho com a sua expressão cultural européia.  Nos últimos anos a Igreja tem insistido muito na necessidade da “inculturação”, de anunciar e vivenciar a mensagem de Jesus dentro das expressões culturais das diversas raças e etnias. O texto é uma releitura da Torre de Babel, onde a língua única era o instrumento dum projeto de dominação (uma torre até o céu) que foi destruído por Deus pela diversidade de línguas.  Nenhuma cultura ou etnia pode identificar o evangelho com a sua expressão cultural dele.
Hoje é uma grande festa missionária.  Marca a transformação da Igreja duma seita judaica à uma comunidade universal, missionária mas não proselitista, comprometida com a construção do Reino de Deus “até os confins da terra”. Lucas  insiste que a experiência de Pentecostes não se limita a um evento – é uma experiência contínua – por isso relata novas descidas do Espírito Santo: numa comunidade em oração numa casa (At 4,31), sobre os samaritanos (At 8, 17), e, para o espanto dos judeu-cristãos ortodoxos, sobre os pagãos na casa do Cornélio (At 10,4).  Pois o Espírito Santo sopra onde quer, sobre quem quer, em favor do Reino de Deus.  Aprendamos do texto de Atos, e celebremos a nossa vocação missionária, não a de falar em línguas, mas de falar a língua única do amor e do compromisso com o Reino, para que a mensagem do Evangelho penetre todos os povos, culturas, raças e etnias.
Tomaz Hughes SVD
e-mail: thughes@netpar.com.br
Fonte: www.matrizsaocristovao.com.br

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Boa Noite a Todos!

Imagem recebida por WhatsApp

DEUS O ABENÇOE!!!

 Se uma pessoa se curva diante, de um representante de Deus, é porque, bons princípios ele tem!
Independente de gostarmos ou não do nosso presidente em exercício, Michel Temer, peçamos a Deus que o abençoe e o ilumine, para ajudar nossa Nação a sair desse triste momento.
Papa Francisco, essa semana dirigiu orações ao Brasil, que Deus o ousa! 
Imagem: recebida por WhatsApp
Texto Maria Auxiliadora, filha de Iracema


13/05 - Dia de Nossa Senhora de Fátima

Que Nossa Senhora de Fátima, interceda a Deus por nós, nossas famílias e nosso País, que tanto esta precisando de Luz!
Imagem: recebida por WhatsApp

Mensagem

Que Deus abençoe que um novo tempo ajude essa nação, que tem tantos homens e mulheres de bem, mas que ainda não tem a sorte de viver sem tanta corrupção, que corroê a sociedade como um câncer, sem ser descoberto matando a todos!
Foto e texto: Maria Auxiliadora.

Mensagem

Recebido por WhatsApp

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Dica para ocasiões especiais

Dias das mães,não pode faltar a famosa lasanha de abacaxi, hummm com esse queijinho tostado, gente é comida dos deuses!
Em breve postarei a receita receita esta aqui no blog
Foto:Maria Auxiliadora


Bom Dia à Todos

Vamos começar a semana com alegria, por que o cenário promete que ela será, tennnsaaaa
Mensagem recebida por WhatsApp

sábado, 7 de maio de 2016

Domingo Dia do Senhor

FESTA DA ASCENÇÃO DO SENHOR (08.05.16)

Lc 24,46-53

Afastou-se deles e foi levado ao céu.

                        Chegamos ao último trecho do Evangelho de Lucas.  Quase todo este capítulo é encontrado somente em Lucas, e revela bem o seu pensamento.  Podemos dizer que o Evangelho todo culmina na postura dos discípulos, descrita em versículo 52: Eles o adoraram”.  Esta é a primeira e única vez que Lucas diz que os discípulos adoraram Jesus.  Aqui há uma aproximação entre a cristologia de Lucas e a de João em Jo 20,28.
            O trecho abre com uma frase que faz lembrar os dois discípulos na estrada de Emaús: “Jesus abriu a mente deles para entenderem as Escrituras.” ( v. 45).  Vale a pena salientar que ele fez que eles “entendessem” as Escrituras - não que as “conhecessem”, pois estavam bem a par de tudo que as Escrituras falavam!  O problema deles - como dos dois de Emaús -  era de entender como as Escrituras podiam iluminar a sua caminhada, na sua situação concreta.
            Lucas frisa que o anúncio do Evangelho incluirá a grande Boa Nova do perdão dos pecados.  Essa Boa Notícia “será anunciada a todas as nações, começando por Jerusalém” (v.47).  Aqui explica como a salvação chegará aos outros povos - através da pregação e testemunho das comunidades cristãs. Por isso devemos entender a frase “E vocês são testemunhas disso” (v.48) como referente não só aos Onze, mas a todos os discípulos e discípulas de Jesus!  Podemos lembrar-nos de Lc 24,9. 33 - onde enfatiza que além dos Onze, estavam também presentes “os outros”.  Isso é importante para que não caiamos na cilada de achar que a missão de testemunhar os valores do Reino seja algo reservado aos ministros ordenados.  O Documento de Aparecida insiste muito que não é possível ser discípulo/a de Jesus sem ser missionário/a. Essa incumbência, e privilégio, vem do nosso batismo!  As comunidades poderão contar com um poderoso ajudante nesta missão gostosa, mas árdua - o Espírito Santo, prometido pelo Pai: “Agora eu lhes enviarei aquele que meu Pai prometeu”( v.49).  O comprimento dessa promessa será graficamente descrito na continuação da obra de Lucas, nos primeiros dois capítulos dos Atos dos Apóstolos.

            O último parágrafo contém numerosas referências a Lc 1,5 - 2,25.  O texto grego usa o verbo que no Antigo Testamento é usado para descrever o Êxodo, quando diz: “Jesus levou os discípulos para fora da cidade” (v.50). Para Lucas, Jesus está prestes a completar o seu Êxodo ao Pai.  Mas antes, “Ergueu as mãos e os abençoava”( v. 50b).  É a única vez que no Evangelho de Lucas se diz que Jesus abençoou alguém.  No fim da liturgia da sua vida, Jesus dá a sua benção final aos que vão continuar a sua missão!   Os discípulos sentem grande alegria - um tema destacado no início da vida de Jesus, no seu nascimento em Belém, quando os anjos trouxeram notícias de grande alegria! A alegria prometida no início está presente no fim!  Por isso, os discípulos se encontram no Templo, onde Jesus foi apresentado e onde Simeão louvou a Deus. O Evangelho de Lucas conclui afirmando que eles também “Estavam sempre no Templo, bendizendo a Deus.” ( v. 53). O autor termina enfatizando a resposta que os seus leitores devem dar, na medida em que eles aceitam que em Jesus chegou a nossa salvação, através da ação gratuita do Deus misericordioso!  Esta resposta de bendizer a Deus não é somente com os lábios, mas com uma vida dedicada e missionária, no seguimento de Jesus de Nazaré e comprometida com a construção de comunidades e sociedades alternativas, baseadas na partilha e no solidariedade.  Esse é um dos grandes temas da segunda parte do Evangelho de Lucas, que nós conhecemos como “Atos dos Apóstolos”, um dos livros bíblicos preferidos no estudo bíblico nas comunidades de hoje
.Tomaz Hughes SVD
Imagem: Google (arquidiocesesalvador.org.br)

PARABÉNS A TODAS AS MÃES!


Que não seja só este dia o dia das Mães,
Que dia das Mães seja todos os dias.
Pois para uma Mãe não existe dia do filho,
Para uma Mãe dia do filho é todos os dias!
Deus abençoe a todas as Mães!
Foto e texto: Maria Auxiliadora

Iracema Mãe de Ouro

Chegou a hora de falar dela, da mulher de personalidade forte, autentica, com visão além do seu tempo, amorosa, responsável,e honesta.
Minha querida mãe, Iracema, aparentemente  não dividi seu amor de mãe com ninguém, aparentemente, porque, ela tinha por todos o carinho e cuidados de mãe, se precisasse, estava presente, então eu só quero agradecer.
Obrigada por me criar,
Por me cuidar a vida toda
Por estar presente na vida dos seus netos e família
Por me ensinar a ser forte
Por me ensinar a ser honesta
Por me ensinar a dividir
Por me ensinar a somar
Por me ensinar a cozinhar
Por me ensinar a amar
Muito mais tenho a agradecer, mas o mais importante é:
Por me fazer crer em Deus, e em Maria!
Obrigada Mãe de Ouro


Luzia Mãe de Ouro

Luzia, filha de coração de Abbadia e Aloysio, era a mais nova de todas, demorou para realizar seu sono de casar e ser mãe, mas isso não foi o suficiente para não o fazer com muito amor, dedicação e alegria.
Casou-se aos 39 anos, e até os 46, foi mãe de quatro filhos, três meninas e um menino. Lutou muito, mais teve a benção de ver seus sonhos realizados, com seus filhos criados, agarrados com ela e com o pai, e seus netos, que ela adorava.
 Luzia sempre gostou de crianças, ajudou a cuidar dos mais novos da família. Ela tinha o dom de encantá-las, e assim foi durante toda a sua vida, cuidando até de crianças dos vizinhos.
Nem precisava falar que não fugiu a regra dos dons de família, cozinhava maravilhosamente, costurava, bordava, e tricotava. Sempre ligava, e nunca deixou de ser presente, em casa, se não podia vir, mandava seus genros trazer os agrados para a irmã Iracema, e para mim.
Saudades Peca (apelido), de você, de sua alegria e de sua força, nós nos amparávamos uma com a outra, e sempre acabávamos rindo e nos divertindo com os per-causos da vida.
Com certeza você foi uma mãe de Ouro!
Foto: Arquivos de Família
Texto: Maria Auxiliadora (filha de Iracema)

sexta-feira, 6 de maio de 2016

Abençoada noite a todos!

Recebido por WhatsApp

Nosso Aniversário chegou... Viva Nós




🎉🎉
Com certeza a vida nos presenteou com esta data pois ambos fazemos Aniversário no mesmo dia...
Só tenho agradecer pela pessoa que você é, e por todo carinho que tem demonstrado por mim ao longo desses anos.
Sempre vivemos unidos por este sentimento real e verdadeiro que nos une todo esse tempo.
Desejo que esta data se repita até ao infinito e que possamos continuar sempre juntos, com saúde, paz e muito amor com as bênçãos de Deus.
Eu amo muito você, ontem, hoje e para sempre...Parabéns pra vc e pra mim
Cristina
Cristina é neta de Nair, irmã de Iracema, Deus os abençoe, lhes concedendo muitos anos de vida e felicidades, parabénsssss aos dois!
Foto: Cristina

Gercia a Mãe de Ouro

A beleza de Gercia e de suas irmã deu a elas o titulo das moças mais bonitas da época na Cidade de Três Lagoas MT. Gercia era a terceira filha de Abbadia e Aloysio, não foi diferente das demais, herdou de sua mãe a arte da costura, e com a sua estimada máquina que ganhará de seu pai, ajudou seu marido a criar com grade dedicação, os seus quatro filhos.
Mãe fada, de mãos de ouro que transformava a arte de cozinha em fazer perfumes que a todos inebriava, como suas filhas descreveram dela aqui nesse Blog, já era suficiente para dizer que foi uma Mãe de Ouro, mas foi muito mais.
Que saudades do tempo que ansiava pelas féria, que muitas vezes os traziam para juntos passarmos momentos inesquecíveis com a família, lembro do seu jeito,  herdado da família de ter nas veias o dom artísticos para tudo que fazia. Há!... as rodas de bate papo que faziam doer a barriga de tanto a gente  rir, Gercia quando contava um causo, não tinha quem ficasse de boca fechada. e não precisava as vezes nem falar, bastava seu olhar.
Nesse Blog  no link seu, suas filhas souberam definir bem a guerreira que foi essa Mãe de Ouro!
Nunca lhe disse tia, mas eu sempre a admrei e amei muito, como todos da família!
Foto: Arquivos de família
Texto: Maria Auxiliadora

Mãe de Ouro Violeta

Como lembrava minha avó Abbadia, Violeta tinha uma beleza exuberante, talvez pela sua alegria contagiante, onde estava sempre estava sorrindo e alegre. Era a  mais nova das filhas de Abbadia e Aloysio, foi mãe de duas filhas tendo uma  falecido no parto. Não muito tempo após esse parto violeta, veio a falecer repentinamente do coração, essa perda trouxe a família uma tristeza muito grande, superada mas, nunca esquecida. Violeta foi um anjo que veio para trazer alegria, em seu pouco tempo, mas tanta que até hoje ela vive em nossas lembranças. E mesmo tendo deixado sua única filha pequena, foi com certeza, uma Mãe de Ouro.
Foto: Artigos de família
Texto: Maria Auxiliadora( filha de Iracema)

Bom Dia!

Começar o dia desejando e recebendo a energia boa da mensagem, já é um bom começo!
Busque ser feliz, se quer viver mais tempo!
Imagem recebida por WhatsApp
Maria Auxiliadora

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Nair, Mãe de de Ouro

Nair era a irmã mais velha de Iracema, a primeira das quatro filhas de Abbadia e Aloysio, eu já falei aqui que de todas é a que eu penso ter herdado um pouco o temperamento do pai, na parte de ser mais quieta e reservada. Mas isso não quer dizer que ela não  era alegre, discreta mas animada, não perdia uma noite dos carnavais televisionados, fã número um de Nelson Gonçalves, adora música, e como todas, na cozinha era mestre, porém mais em salgados, trabalhou uma grande parte da vida com suas irmã Iracema e Luzia (Peca,) com costura, faltando alguns anos para aposentar que foi trabalhar em uma boutque ( Já Boutique), como modista, onde permaneceu até sua aposentadoria.
Foi mãe de dois filhos Moíses e Arão, dos quais exigiram dela, ser realmente uma Mãe de Ouro,
Moíses, era portador de necessidades especiais, fato que se fosse hoje com os recursos que temos, seria uma pessoa normal, pois era muito inteligente. Nair ficou viúva muito jovem, com os filhos um de colo e outro com poucos anos, isso a fez voltar para casa, onde encontrou ajuda de seus pais e irmãs para cria-lós.
Parece que a estou vendo, toda perfumada, e sempre pronta para ajudar a tudo e todos!
Saudades dessa Mãe de Ouro que a vida exigiu tanto e que ela, com um amor do tamanho do mundo, soube viver com grande sabedoria.
Fotos pertencentes a artigos de família.
Texto: Maria Auxiliadora




Bom Dia a todos que Deus permitiu de ver essa mensagem!

Vamos buscar nossas conquistas de hoje, uma a cada dia é o suficiente,
Mensagem: recebida por WhasApp
Maria Auxiliadora

quarta-feira, 4 de maio de 2016

A Mãe de Iracema, a Senhora Abbadia

Amorosa viveu para sua família, criou com a ajuda de sua mãe Petronilha suas quatro filhas, e mais três de coração e ajudou a criar seu netos e netas. Dela veio a arte da costurar, que passou para as suas filhas. Sua comida também era deliciosa, não posso deixar de falar do que ela mais gostava de comer, brincava que quando morresse era para colocar em seu caixão, pasteis e uma cerveja.
Caprichosa sempre cheirosa, nos seus pertences,  nunca podia faltar seu creme de cabelo, talco, colonia.
-  Há D. Abbadia que saudade de sua galinhada, cheirosa com aquelas rodelas grossas de cebola em cima, e seu peixe ensopado então, saudade dos seus contos e causos, que nunca acabavam, saudade de suas piadas cabeludas e  apimentadas, kkk o amor que dedicou a sua família, recebeu de volta, pois sempre foi rodeada por suas filhas, netas e netos.
Que Nossa Senhora Aparecida, de quem ela era devota, a tenha  recebido no paraíso.
Senhora Abbadia,a Senhora foi Ouro!

Mães das Mães - Senhora Etelvina Wannick

Mãe do pai de Iracema, Aloysio Wannick,
 Pelo que foi seus filhos, pela bondade de seus corações, com certeza foi uma mãe de Ouro. 
Fotos de Família

A Mãe das Mães a Senhora Petronilha!

Na semana do dia das mães vamos lembrar das inesquecíveis mães da família!
E vamos começar por ela, a D. Petronilha, avó de Iracema,  nossa amada vovó, 
Mulher de mãos de ouro, cozinhava uma comida que ninguém fazia igual, criou sua única filha e ajudou a criar todas as netas, bisnatas e bisnetos.
Seu colo era como ninho, não tinha tamanho e nunca estava vazio, agradeço a Deus por ter sentido seu cheiro, dormido em seu colo, e comido de sua comida, e ser criada recebendo, o que ela fazia de melhor, " dar seu amor".
Medalha de Ouro para a senhora D. Petronilha que veio a esse mundo, e só deixou lembranças de coisas boas, e muita mas, muita saudades!
Para sempre minha vovó, querida ti amamos! 
Foto de família ( Petronilha e Marcos Antonio (Neném), que era seu pupilo. 

Transformando Tecidos em Sonhos

Arquivos de Família: Modelo confeccionado por Iracema

Dica

Busque o silêncio de vez em quando, e encontrará as melhores respostas para tudo!
Maria Auxiliadora (filha de Iracema)
Imagem Recebida por WhatsApp ( lindoooooo)

Guardemos em nossos corações um pouquinho dessa inocência!

Há se conseguíssemos manter a inocência das crianças, o mundo seria bem menos complicado.
Ninha ao ir com a avó no aviário comprar ração, não perdeu tempo: vou brincar nessas casinhas.
Família Presente de Deus!
Foto:Maria Auxiliadora

Bom Dia a Todos!

Recebido por WhatsApp

PENSE NISSO!

Recebido por WhatsApp

Seguidores