quarta-feira, 29 de junho de 2016

Abençoada Noite, Pense Nisso!

Se ontem não foi um dia bom, esqueça-o. O que passou você não pode mudar, mas o amanhã te pertence!
Boa sorte, Viva seja feliz!
Foto e texto: Maria Auxiliadora

Brincar e Educar

Porquinho feito com garrafas PET:
Que tal fazer junto com as crianças! Aproveite para fazer nas férias, brinca e educa.
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Recicle

Vasos de gatinhos feitos com garrafa pet!:
Lindoooo, feito de garrafa Pet
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Verdade!

O QUE NÃO TE DESAFIA, NÃO TE TRANSFORMA #frases #words #pensamentos:
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Mensagem

A vontade:
Quando a gente quer de verdade, a gente consegue.
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Boa Dica

Para melhorar sua vida:
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Bom Dia Vida!!

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Faça do seu dia, uma oportunidade de VIVER BEM!
Maria Auxiliadora



sábado, 25 de junho de 2016

Décimo Terceiro Domingo Comum (26.06.16) Lc 9, 51 –62

“ Quem põe a mão no arado e olha para trás não serve para o Reino de Deus”
No esquema do Evangelho de Lucas, o segundo grande bloco vai de 9, 51  até 19, 28, e consiste em seguir o caminho de Jesus e os seus discípulos, rumo a Jerusalém.  Nestes capítulos Jesus educa os seus discípulos sobre o que significa segui-lo, acreditar nele.  Logo antes da viagem tem a frase “ Se alguém quer me seguir, renuncie a si mesmo, tome cada dia a sua cruz, e me siga” (9, 23).  No trecho de hoje, Jesus vai explicitar de novo as exigências para quem quer assumir os desafios do Reino no seu seguimento.
No início, Lucas enfatiza que Jesus “tomou a firme decisão de partir para Jerusalém”.  Aqui não se trata somente de decidir de fazer uma viagem, de participar de uma peregrinação.  Muito mais é a decisão de seguir a sua missão até as últimas conseqüências, pois Jerusalém será o local do conflito final entre as forças do Reino e do anti-Reino, o local da sua morte e ressurreição.  Daqui para frente Jesus assume mais ainda o papel de pedagogo divino, mostrando pela sua palavra e ações, pela sua paixão, morte, ressurreição e ascenção,o caminho que leva ao Pai.
Esta tarefa de educação dos discípulos implica todo um trabalho de mudar a mentalidade deles, formada pela religião e ideologia reinantes.  Inicia-se com o incidente da aldeia samaritana que não quis recebê-los.  Havia séculos existia uma rixa entre judeus e samaritanos.  Por causa da mistura de raças desde a ocupação assíria da Samaria depois de 721.ac, (cf.  II Rs 17, 24-41), os samaritanos eram desprezados pelos judeus.  Da sua parte, os samaritanos tinham uma grande raiva dos judeus desde que o rei Asmoneu João Hircano destruiu duas vezes o seu Templo no Monte Garazim, no fim do segundo século aC.  Os discípulos, representados por João e Tiago, querem demonstrar o seu poder, pedindo que Deus destruísse a aldeia – mostrando que a sua concepção do messianismo de Jesus era de poder política e de dominação.  Jesus os repreendeu, pois o Reino de Deus não se constrói como os reinos terrestres, com força de armas e dominação, mas com doação e solidariedade.
Os versículos 57-62 continuam com a lição sobre a natureza do discipulado.  Diante de três possíveis seguidores, Jesus desmancha as suas ilusões, mostrando que o seguimento dele exige disponibilidade total, tanto dos bens materiais, como de outras seguranças humanas, como a família e os laços afetivos, coisas boas em si.  Nos faz lembrar do chamado dos primeiros discípulos no início do Evangelho, que tiveram de deixar a segurança do emprego, “deixando tudo” em Lc 6, 11.  Também nos recorda o cego Bartimeu, que em Mc 10, 50, antes de ser curado da cegueira, tem que lançar fora o seu manto – símbolo da sua única segurança.  Para seguir Jesus temos sempre que deixar alguma segurança. A nossa tendência humana é de querer seguir Jesus, sem que nos custe algo, colocando a nossa fé e confiança nas seguranças humanas e não nos valores do Reino.  Ou seja, um seguimento dentro de uma prática religiosa acomodada, confortável, que pouco ou nada tem a ver com o desafio de Jesus para que “peguemos a cruz todos os dias e o sigamos” ( Lc 9,23).  A radicalidade do discipulado – que não é privilégio de uma elite religiosa, mas que provêm do batismo – é sublinhada nos últimos versículos do texto de hoje: “quem põe a mão no arado e olha para trás não serve para o Reino de Deus”(v. 62).  Faz eco a outras frases evangélicas “ Não se pode servir a dois mestres”(Mt6,24),                                                                                                       “Não é possível servir a Deus e ao dinheiro” (Mt 6,24), “vende tudo o que tens, dá os pobres e segue-me” (Lc 18,22) .  Ser discípulo/a de Jesus envolve toda a nossa vida, não é uma adesão intelectual somente, mas uma mudança radical em nossa maneira de ver e julgar a realidade ao nosso redor, e de agir diante dela.  Ser cristão não é ter uma religião de consolações, mas o consolo de uma religião que nos compromete com o projeto do Pai e de alguma maneira nos levará até a Cruz – e a Ressurreição.  É deste tipo de seguimento que o nosso mundo de hoje tanto precisa.  Cabe a cada um/a descobrir o que este desafio significa na prática, na realidade da sua vida.
Tomaz Hughes SVD
e-mail: thughessvd@yahoo.com.br
Fonte: www.matrizsaocristovao.com.br

Bom Dia!!!

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sexta-feira, 24 de junho de 2016

Infância Feliz! Família Presente de Deus


Lembro que quando éramos crianças, eu e meus manos Luís e Nénem, (que na verdade são tios), os considero irmãos por sermos criados juntos na mesma casa, e termos quase a mesma idade, íamos a pé para a escola, quebrando geada, uns dois quilômetros.
Os dedos dos pés e mãos, mesmo com luvas eram congelados, a ponta do nariz vermelha, mas nem ligávamos, íamos brincando, quebrando os gelo das poças de água que se formavam do lado da rua, ingrime que era o caminho.
Terminávamos a subida e quando pensávamos em descansar, tínhamos que correr - após a subida tinha uma casa de madeira do lado direito, de lá saia umas crianças e uns dois adolescentes - quando íamos passar, jogavam pedras e corriam atrás de nós para nós bater, nunca soube o porque, eu não sei em quantos eram, mas o medo fazia pensar que eram muito mais. KKK
Não demorou muito contamos em casa o que estava acontecendo e minha vó prontamente disse: amanhã cedo eu vou com vocês.
No dia seguinte minha vó se pois a ir conosco até uma altura, depois disse agora vocês vão sozinhos, ela foi atrás com um pedaço de pau na mão escondido, e quando eles saíram para correr atrás de nós ela chegou junto e disse: - agora quero ver vocês baterem neles vem!!!
KKK  Não ficou um!  Todos saíram correndo. Por dias minha vó continuou a nos acompanhar,  nunca mais eles mexeram conosco, e nós nem olhávamos parar a casa, para não dar a impressão que estávamos os desafiando.
Tudo bem que essa história tem mais ou menos 50 anos, lógico que nos dias de hoje jamais caberia, uma atitude dessa.
Já tem um conhecido dizer que, "QUEM AMA CUIADA",
Eu nunca esqueci, da atitude de minha vó, nos sentimos protegidos e amados.
Nossa Infançia  Foi Feliz, obrigada, vó Badia!
Foto  e Mensagem - Maria Auxiliadora

CONSCIÊNCIA! O Planeta é nossa casa!

viva a vida:
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quinta-feira, 23 de junho de 2016

Mitos e Verdades sobre o micro-ondas - http://meioambientetecnico.blogspot.com.br/

Esquentar alimentos instantâneos, descongelar carnes para pratos mais complexos ou estourar um pacote de pipoca antes de assistir a um filme. Você utiliza o forno de micro-ondas para diversas atividades gastronômicas do seu dia a dia, mas dificilmente conhece a fundo esse aparelho. Com o alto número de informações na internet, fica difícil saber o que realmente é verdade e o que não passa de uma lenda disseminada para diminuir o uso do eletrônico. Vamos ler esta seleção especial com diversas situações relacionadas ao aparelho, para que você conheça a fundo um dos responsáveis por deixar suas refeições quentinhas e próprias para consumo.
A tecnologia nasceu no meio militar - O que hoje serve para aquecer quase qualquer tipo de comidas e até bebidas foi devidamente usado para isso nos momentos finais da Segunda Guerra Mundial, mais precisamente após o ataque japonês a Pearl Harbor, em 1941.
O inventor foi o cientista Percy Spencer, que trabalhava em uma fábrica de radares que emitiam as tais micro-ondas para detectar a presença inimiga. Ao perceber que um alimento que ele carregava no bolso começou a aquecer com o calor, veio a ideia de criar um aparelho específico para essa função. Poucos anos depois, em 1947, surgia o primeiro forno micro-ondas como o conhecemos.
O aquecimento retira os nutrientes dos alimentos - Qualquer alimento que receba fortes quantidades de calor tem sua química alterada com o tempo, incluindo aí a perda de alguns nutrientes. Mas isso não é restrito aos micro-ondas, acontecendo também em panelas, churrasqueiras ou fornos elétricos.
Os estudos na área, entretanto, são escassos, fazendo com que muitas informações falsas circulem pela internet afirmando que o aparelho é um inimigo da alimentação saudável. O que ocorre é justamente o contrário: ele é um dos equipamentos que mais retém vitaminas e outras substâncias.
Além disso, essa perda não é instantânea, mas segue o tempo de aquecimento a que os alimentos são submetidos: quanto mais tempo lá dentro, mais nutrientes “morrem”. O ideal é sempre consumir qualquer tipo de comida em seu estado normal ou, no máximo, sem requentá-lo.
O problema das ondas de radiação - Outro mito sobre o aparelho também precisa ser desfeito: os alimentos não são capazes de absorver as micro-ondas emitidas pelo forno. Sua única função é a de aquecer seja lá o que estiver no interior do forno ao agitar as moléculas de água presentes em sua composição, e o calor é a única coisa que se mantém no processo após o desligamento do aparelho.
Ao cortar a emissão de ondas, elas imediatamente desaparecem, sem deixar qualquer vestígio no objeto aquecido.
E para fora do forno - Em condições normais, o fato de que as micro-ondas possuem níveis inseguros de radiação eletromagnética, e que ela escapa para fora do forno e atinge os usuários, também não passa de um mito.
Da mesma forma que as polêmicas envolvendo baterias e telefones celulares, entretanto, não há um estudo completo que prove a total inocência do aparelho em relação à saúde. As ondas que podem escapar do micro-ondas são regulamentadas pelo órgão administrador de alimentos e medicamentos dos Estados Unidos como, muito abaixo de um nível considerado perigoso para machucar pessoas.
Apesar disso, uma série de medidas deve ser tomada pelos fabricantes, como a produção de portas espessas e mais de um sistema de travamento para evitar o vazamento das ondas. Caso você deseje tomar ainda mais cuidado, outra dica é manter-se afastado do aparelho enquanto ele esquenta algo.
Se o aparelho já for velho ou estiver danificado, vale a pena levá-lo a uma assistência técnica para testar se há algum vazamento de radiação. Caso o aparelho seja novo ou não apresente problemas, não há motivos para preocupações.
O aquecimento de cada dia - Ao esquentar um alimento, note que ele está inteiro, fechado e girando dentro de uma caixa, que, teoricamente, deveria aquecê-lo por completo. Em vários casos, entretanto, é possível notar que alguns pontos da comida parecem menos quentes, como se não tivessem sido atingidas corretamente pelas ondas de calor. Isso ocorre porque as ondas do aparelho não são homogêneas, sendo propagadas em intensidades diferentes em alguns pontos.
De dentro para fora ou de fora para dentro - Apesar do processo de funcionamento do forno micro-ondas ser o de agitar as moléculas de água do interior dos alimentos, o que ocorre ao você apertar o botão de início é exatamente o contrário.
O aquecimento começa nas camadas mais externas da comida, agitando as primeiras moléculas, que movimentam as que vêm imediatamente depois e, consequentemente, transferindo o calor recebido para as demais partes do alimento.
Nesse caso, o aparelho não é ideal para esquentar grandes pedaços de carne, por exemplo, pois ele pode não ser capaz de penetrar em todo o interior do alimento, deixando áreas frias ou cruas, com o risco de bactérias ainda estarem presentes nesses pontos.
Vidros, plásticos e metais: segurança ou perigo - Essa é uma pergunta que exige uma divisão, pois depende da composição do material. O vidro é conhecidamente um material de fácil aquecimento, por exemplo, podendo atingir temperaturas perigosas para ser manuseado com as mãos, correndo o risco até de partir-se dentro do aparelho. O mesmo ocorre com pratos e outros objetos de cerâmica.
Já os metais são materiais que não absorvem tanto as micro-ondas emitidas, portanto são considerados mais seguros por aquecerem menos. Em casos extremos, como alta potência ou muito tempo lá dentro, pode ocorrer a produção de faíscas, especialmente em materiais mais finos.
Com o plástico, ocorre um processo diferente: há tipos específicos que são recomendados para uso, pois suportam a radiação emitida. Eles são geralmente designados por um símbolo que não é reconhecido oficialmente, composto por três ondas, uma acima da outra.
De resto, mantenha qualquer outro plástico fora do alcance do aparelho, pois o aquecimento dele pode liberar no alimento o chamado Bisfenol A, uma substância que compõe algumas embalagens e que, em altas doses, é considerada tóxica.
Aquecimento de líquidos - Outra história bastante divulgada é que a água pode explodir se aquecida em um forno micro-ondas. Sob algumas condições, acredite: isso pode ser verdade. O fenômeno ocorre graças ao superaquecimento do líquido, que não forma as bolhas que indicam que a temperatura chegou aos 100 °C.
Desse modo, retirar a vasilha e movê-la bruscamente ou adicionar um material como pó de café, por exemplo, faz com que a formação de bolhas ocorra de forma atrasada (sob uma temperatura bem maior) e de maneira mais precipitada, desencadeando a ação de digamos, explodir.
Por isso, evite esquentar recipientes que contenham apenas água, adicionando sempre algum objeto como uma colher de madeira, por exemplo, para repartir o calor emitido pelas micro-ondas.
Com óleos em geral, como o popular azeite de oliva, ocorre exatamente o contrário: ele não esquenta de forma satisfatória, pois suas moléculas não possuem a mesma facilidade de excitação como as de água. Seguindo o mesmo processo, alimentos mais secos também não são muito indicados, sendo preferível optar por outros aparelhos, como as panelas.
Isso também serve para as próprias pessoas, por termos quantidades excessivas de água em nossa composição, “esquentar” um ser humano em um forno micro-ondas causaria resultados catastróficos.
A partir de agora, olhe para seu forno micro-ondas de um jeito diferente. Pense em todo o tempo que ele poupa ao esquentar seus alimentos com eficiência e preparar refeições instantâneas, além da simplicidade que ele traz à cozinha mesmo para pessoas que não possuem grandes habilidades gastronômicas. Além disso, ele pode ser declarado inocente: a segurança de aparelhos novos ou em bom estado é garantida e são poucos os cuidados necessários para utilizá-lo sem danos ao corpo ou ao seu jantar.

Fonte:http://meioambientetecnico.blogspot.com.br/

terça-feira, 21 de junho de 2016

Dica

 
Você fazer compostagem, enterrar o lixinho de cozinha no quintal e depois naturalmente nascer um pé de abobora, é vida é presente de Deus.
Fotos: Maria Auxiliadora

Cheiro e Sabor Da Lembrança

Doce de Abobora
Quando a fervura abre, não demora para o perfume,tomar conta de toda casa.
Assim como não demora, o cheiro a me fazer voar, para um tempo que não volta mais.
Fecho os olhos e vejo a casa cheia, éramos em 12 pessoas, em uma casa. A bisa, avós, tias, primos, minha mãe e eu.
Muito trabalho, muita conversa, muita comida, muita roupa para lavar e passar, os serviços eram divididos, mas tudo era grande.
Tinha as brigas, tinha, as rodas de conversa, tinha as risadas, tinha amor, muito amor.
Tinha bisa que era doce, tias que era doce, primos que eram doces, mãe que era doce e doce de abobora.
Texto e foto: Maria Auxiliadora - Filha de Iracema








Mensagem

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Sabedoria

A gratidão é um fruto de cultivo aprimorado, que não pode ser encontrado entre gente grosseira.
Samuel Johnson
Fonte: Folhinha do Sagrado Coração de Jesus
Foto: Maria Auxiliadora

Dica

É muito bom ser importante. Porém, é muito mais importante ser bom.
Pe. Antônio Vieira
Fonte: Folhinha do Sagrado Coração de Jesus
Foto: Maria Auxiliadora

Mensagem

As relações que dão certo são as que vivem em harmonia!
Miguel Krigsner -( Empresário)
Foto: Maria Auxiliadora

segunda-feira, 20 de junho de 2016

BOM DIA



kkkk

^U^:
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Brincadeira de criança, como é bom!

Post  #: kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk:
Sorria é de graça e faz bem para o corpo e espirito!
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Mensagem

Frases e citações:
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Dica

A person who is reflecting very angry and is holding to remain calm - pt







Quando a ira nos domina, ela pode causar danos. Então, como direcioná-la?
1. Detectar as diversas cores da ira
Não estamos falando apenas de levantar a voz a outra pessoa; também há rancores silenciosos, murmurações interiores contra uma instituição, incômodos consigo mesmo, autocastigos etc.
2. Perguntar-se se a ira é proporcional ou não
Olhe ao seu redor e pergunte-se: se uma reação justa é de 10, como avaliar este comportamento? Se sua resposta for 14, ou inclusive 25, você saberá em que proporção é preciso reduzi-la. Se lhe falta distância, exercite-se, observando os outros. Depois, dedique-se ao exercício de você mesmo.
3. Tome distância
Se você tem dúvidas fundamentais sobre a resposta que queima seus lábios, é melhor abster-se, refletir e falar após ter se tranquilizado. “Afaste-se o máximo possível, no mesmo instante, do objeto que desperta a sua ira. Mantenha um profundo silêncio também durante todo o tempo que durar o ataque”, aconselha o Cura de Ars.
4. Pratique a virtude contrária à violência: a doçura
E comece o quanto antes, como sugere um padre do deserto: “Se possível, é preciso evitar que a ira penetre o coração; se ela já está nele, aja de maneira que não se manifeste no rosto; se já está se manifestando, guarde a língua, para tentar preservar-se dela; se já está nos lábios, impeça que passe aos atos e tente eliminá-la o quanto antes do seu coração”.
5. Exerça a humildade (que não é a modéstia)
O orgulho muitas vezes é a raiz da ira.
6. Deixe-se ajudar
Se, apesar dos seus esforços, os ataques de ira continuam sendo incontroláveis, frequentes e duradouros, a causa atual (parceiro, chefe, filho etc.) muito provavelmente é apenas o revelador de antigos traumas. O fato de ter vivido períodos de calma não quer dizer que o problema esteja resolvido, mas somente que o desencadeador está longe.
7. Cuide do seu corpo
Quando a ira chegar: respire fundo e pratique a coerência cardíaca. A longo prazo, se o seu caráter o levar à ira: evite os desencadeadores e pratique regularmente um esporte.
8. Entre em um caminho de perdão
Os ataques repentinos (e especialmente o ressentimento) muitas vezes estão ligados a injustiças (verdadeiras ou percebidas) não digeridas.
9. Incentive a ira…
… por uma causa justa e de maneira controlada. A doçura é um equilíbrio justo entre dureza e a suavidade. “Eu nunca ouvi meus pais levantarem a voz – disse um homem de 52 anos. Há alguns dias, pela primeira vez na vida, fiquei bravo com um vizinho que me chamou injustamente de mentiroso. Esta ira, sob controle, me dá confiança em mim mesmo.”
(Texto de Pascal Ide, sacerdote, médico, doutor em filosofia e teologia e autor de numerosas obras de espiritualidade e desenvolvimento pessoal. Atualmente, trabalha na Congregação para a Educação Católica. Artigo publicado originalmente emL’1visibile)
Fonte:http://pt.aleteia.org/

sábado, 18 de junho de 2016

Boa Noite E, Abençoado Domingo A Todos!

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DÉCIMO SEGUNDO DOMINGO COMUM (19.06.16) Lucas 9, 18-24

“Se alguém quer em seguir, renuncie a si mesmo, tome cada diaa sua cruz e me siga”

Proclamamos hoje a versão lucana da profissão de fé de Pedro, que Marcos situa no caminho de Cesaréia de Filipe (Mc 8, 27-35) e coloca como pivô de todo o seu Evangelho.  Este trecho levanta as duas perguntas fundamentais de todos os Evangelhos:
- quem é Jesus?
- o que é ser discípulo dele?
São duas perguntas interligadas, pois a segunda resposta depende muito da primeira. A minha visão de Jesus, determinará a maneira do meu seguimento dele.
O trecho inicia-se com Jesus em oração. Essa é atitude típica de Jesus em Lucas.  Muitas vezes no Terceiro Evangelho, especialmente antes de momentos importantes na sua vida, Jesus se acha em oração.  Pois ele faz nada por vontade própria, mas escutando a vontade do Pai.
O diálogo começa com uma pergunta um tanto inócua:
“Quem dizem as multidões que eu sou?”
 É inócua, pois não compromete - o “diz que” não compromete ninguém, pois expressa a opinião dos outros.  Por isso, chove respostas da parte dos discípulos: “João Batista, Elias, um dos antigos profetas que ressuscitou!”.  Mas Jesus não quer parar aqui, - esta pergunta foi só uma introdução. Depois vem a facada!:
“E vocês, quem dizem que eu sou?”
Agora não chove respostas, pois quem responde vai se comprometer - não será a opinião dos outros, mas a opinião pessoal!  Esta opinião traz conseqüências práticas para a vida.  Finalmente, Pedro se arrisca: “O Messias de Deus”.
 Mas a reação de Jesus é no mínimo estranha!:
“Ele proibiu severamente que eles contassem isso a alguém”.  Que coisa esquisita!  Jesus proíbe que se fale a verdade sobre ele!  Como é que ele espera conquistar discípulos deste jeito?  O assunto merece mais atenção.
Realmente, Pedro acertou em termos de teologia, de “ortodoxia”, como diríamos hoje.  Ele usou o termo certo para descrever Jesus.  Mas Jesus quer esclarecer o que significa ser “O Messias de Deus”.  Pois cada um pode entender este termo conforme a sua cabeça, conforme os seus desejos.  Jesus quer deixar bem claro que ser “messias” para ele é ser o “Servo Sofredor” de Javé. É vivenciar o projeto do Pai, que necessariamente vai levá-lo a um choque com as autoridades políticas, religiosas e econômicas, enfim, com a classe dominante do seu tempo:
“O Filho do Homem deve sofrer muito,
 ser rejeitado pelos anciãos, pelos chefes
 dos sacerdotes e doutores da Lei, deve
 ser morto, e ressuscitar no terceiro dia”. (v 22)
Essa visão que Jesus tinha do Messias, não era a comum - em geral as pessoas esperavam um messias triunfante, glorioso, guerreiro.  Marcos nos mostra que Pedro partilhava essa visão errada, ao ponto de tentar corrigir Jesus, e de ganhar de Jesus uma correção dura:
“Fique atrás de mim, Satanás!  Você não
 pensa as coisas de Deus, mas as coisas
 dos homens”. (Mc 8,33)
Não basta ter os termos e títulos certos - temos que ter o conteúdo certo.  A Bíblia nos conta que Deus criou o homem e a mulher na sua imagem e semelhança, mas na verdade frequentemente criamos Deus em nossa imagem e semelhança, para que ele não nos incomode.  A nossa tendência é de seguir um messias triunfante, e não o Servo Sofredor.  Mas, para Jesus, não há meio-termo. O discípulo tem que andar nas pegadas do seu mestre:
“Se alguém quer me seguir, renuncie a si mesmo,
tome cada dia a sua cruz, e me siga”. (Lc 9,23)
O seguimento de Jesus leva à cruz, pois a vivência das atitudes e opções dele vai nos colocar em conflito com os poderes contrários ao Evangelho.  Carregar a cruz, não é agüentar qualquer sofrimento com passividade.  Se fosse, a religião seria masoquismo!  Carregar a cruz é viver as conseqüências de uma vida coerente com o projeto do Pai, manifestado em Jesus.  Segui-lo não é tanto fazer o que Jesus fazia, mas o que ele faria, se estivesse aqui hoje.  Como ele foi morto, não pelo povo mas por grupos de interesse bem claros “os anciãos ,os chefes dos sacerdotes e os doutores da Lei”, (a elite dominante em termos econômicos, religiosos e ideológicos), os seus seguidores entrarão em conflito com os grupos que hoje representam os mesmos interesses.  Por isso sempre haverá a tentação de criarmos um Jesus “light”, sem grandes exigências, limitado a uma religião intimista e individualista, sem conseqüências políticas, econômicas ou ideológicas.  Seria cair na tentação de Pedro, conforme o relato de Marcos.  Por isso muitas pessoas, inclusive no seio da Igreja, contestam e criticam o Papa Francisco, pois ele continuamente nos demnstra as consequências práticas do seguimento de Jesus,  algo que no desafia e desinstala – e nos incomoda no nosso comodismo.
O texto faz ressoar para cada um de nós as duas perguntas de Jesus.  É fácil responder o que os homens dizem dele - o que dizem o Papa, o Bispo, o catequista, os teólogos, a TV.  Mas esta pergunta não é tão importante.  É a segunda que cada um tem que responder : “Quem É Jesus para mim?”  E a resposta se dará não tanto com os lábios, mas com as mãos e os pés.  Respondemos quem é Jesus para nós, pela nossa maneira de viver, pelas nossas opções concretas, pela nossa maneira de ler os acontecimentos da vida e da história.   Tenhamos cuidado com qualquer Jesus que não seja exigente, que não traz conseqüências sociais, que não nos engaja na luta por uma sociedade mais justa.  Pois o Jesus real, o Jesus de Nazaré, o Jesus do Evangelho, não foi assim, e deixou bem claro:
“Se alguém quer me seguir, renuncie a si
 mesmo, tome cada dia a sua cruz, e me
 siga.  Pois, quem quiser salvar a sua vida,
 vai perdê-la; mas quem perde a sua vida
 por causa de mim, esse a salvará”(Lc 9,24)
Tomaz Hughes SVD
e-mail: thughessvd@yahoo.com.br
Imagem: www. google.com.br - http://catequesekids.blogspot.com.br/
Fonte: www.matrizsaocristovao.com.br

Viva São João!!!


Festa Junina na escola da primeira bisneta de Iracema, se ela viva fosse com certeza, teria feito o vestido da prenda!
Foto: Maria Auxiliadora - Bisneta de Iracema a de azul.

quinta-feira, 16 de junho de 2016

terça-feira, 14 de junho de 2016

OBRIGADA DEUS POR TER ME DADO O TEMPO DE DIZER TCHAU!


Quatro dia após ter ido visita-lá minha amiga se foi.
 Agradeço a Deus por ter me dado a alegria e o tempo de me despedir, sei com absoluta certeza que esta bem,e que no tempo de Deus um dia nos reencontraremos!
Existe pessoas que não importa o tempo que passamos juntas, e sim a alegria de termos as conhecido e Ana Maria foi uma delas!
Obrigada Deus!
Foto e mensagem: Maria Auxiliadora - (filha de Iracema)

Bom Saber!

Coluna vertebral - atividade física - exercícios:
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Dica

#vida:
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Bom Dia! Viva no Amor de Deus


Para que isso aconteça, tem que estar com Ele!
Que o Amor de Deus supere, o desamor, e nós faça mais humanos"
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