
Plantou carinho, atenção, alegria, dedicação, exemplo, devoção e colheu Amor! Amor e Amor...
Na sexta-feira ( 05/04/13) veio nos visitar, trouxe presente para mim, para minha mãe e minha neta, como sempre fazia, eu ganhei uma linda toalha com flores vermelhas do Espírito Santo, minha neta ganhou um anjinho, que reza o Pai Nosso a qual dormiu agarrada a noite inteira e para minha mãe trouxe doce.
Apresentou-nos seu lindo neto, orgulhosa como sempre de ter agora um neto de cada filha. Conversamos rimos brincamos, passamos momentos agradáveis, não demorou foi embora, com a promessa que não demoraríamos a nos encontrar.
No sábado as 9,00hs enfartou, foi para a UTI, graças a Deus voltou a consciência e pode se despedir de duas de suas filhas, as 23,00hs faleceu.
Minha tia e comadre Luzia Wanick Dilay (Peca), foi uma das pessoas mais maravilhosa que conheci, casou com 39 anos e até os 46 teve 4 filhos três meninas e um menino. Mulher corajosa nunca teve preguiça, morando a certa distancia nossa, criou os seus filhos com muita garra e amor, viveu para sua família, e conseguiu juntar o maior de todos os tesouros na terra.
Em seu velório teve a benção de um Ministro, muito linda por sinal, e depois a do Padre da Paróquia, muito religiosa, devota de Nossa Senhora, não perdia uma novena do Pai Eterno, no momento que enfartou estava ouvindo a novena, pelo rádio.
Os membros da igreja, e mais dezenas e dezenas de pessoas vieram se despedir dela, muitas crianças iam até ela e saiam balançando as cabeças como não acreditando, muitas faziam questão de contar o motivo de estar ali.
Para quem reclama da vida, ela era cardíaca, diabética e hipertensa, estava em uma cadeira de rodas a anos, com dores continuas por causa de uma cirurgia mal realizada. Isso não a impedia de sair passear e viajar. Com artrose nos dois joelhos por duas vezes caiu e quebrou as pernas uma vês a direita e outra a esquerda, mas isso também não a impedia de tricotar à maquina, fazer comida cuidar da casa, da neta, do filho, marido ajudar a cuidar de algumas crianças dos vizinhos. Tinha uma mão abençoada para cozinhar e plantar, mesmo com todos os seus problemas de saúde cozinhava de tudo e plantava lindas flores, com ajuda de seu genro.
Poderia ficar aqui por muito mais relatando tudo de bom que ela era e fez, mas só quero destacar o que para mim foi o mais importante que eu pude ver.
O grande amor de suas filhas, filho e marido por ela, e das dezenas e dezenas de pessoas que estavam lá para se despedir dela, todos chorando e lamentando.
Apresentou-nos seu lindo neto, orgulhosa como sempre de ter agora um neto de cada filha. Conversamos rimos brincamos, passamos momentos agradáveis, não demorou foi embora, com a promessa que não demoraríamos a nos encontrar.
No sábado as 9,00hs enfartou, foi para a UTI, graças a Deus voltou a consciência e pode se despedir de duas de suas filhas, as 23,00hs faleceu.
Minha tia e comadre Luzia Wanick Dilay (Peca), foi uma das pessoas mais maravilhosa que conheci, casou com 39 anos e até os 46 teve 4 filhos três meninas e um menino. Mulher corajosa nunca teve preguiça, morando a certa distancia nossa, criou os seus filhos com muita garra e amor, viveu para sua família, e conseguiu juntar o maior de todos os tesouros na terra.
Em seu velório teve a benção de um Ministro, muito linda por sinal, e depois a do Padre da Paróquia, muito religiosa, devota de Nossa Senhora, não perdia uma novena do Pai Eterno, no momento que enfartou estava ouvindo a novena, pelo rádio.
Os membros da igreja, e mais dezenas e dezenas de pessoas vieram se despedir dela, muitas crianças iam até ela e saiam balançando as cabeças como não acreditando, muitas faziam questão de contar o motivo de estar ali.
Para quem reclama da vida, ela era cardíaca, diabética e hipertensa, estava em uma cadeira de rodas a anos, com dores continuas por causa de uma cirurgia mal realizada. Isso não a impedia de sair passear e viajar. Com artrose nos dois joelhos por duas vezes caiu e quebrou as pernas uma vês a direita e outra a esquerda, mas isso também não a impedia de tricotar à maquina, fazer comida cuidar da casa, da neta, do filho, marido ajudar a cuidar de algumas crianças dos vizinhos. Tinha uma mão abençoada para cozinhar e plantar, mesmo com todos os seus problemas de saúde cozinhava de tudo e plantava lindas flores, com ajuda de seu genro.
Poderia ficar aqui por muito mais relatando tudo de bom que ela era e fez, mas só quero destacar o que para mim foi o mais importante que eu pude ver.
O grande amor de suas filhas, filho e marido por ela, e das dezenas e dezenas de pessoas que estavam lá para se despedir dela, todos chorando e lamentando.
Isso não é o maior Tesouro da Terra?
Agradeço a Deus por ter convivido com ela e fazer parte de sua família,, ser tua sobrinha e comadre, sei com certeza que esta no Céu ao lado dos nossos que já se foram, e que a vovó Mercedes e o vovô Wanick te recebeu orgulhosos pela grandeza da pessoa que ela foi aqui na terra, ensinando a todos como viver doando amor por onde ia.
Espero merecer um dia estar a seu lado no paraíso, minha querida e amada tia.
*12/12/1938
+06/04/2013 (74 anos)
Agradeço a Deus por ter convivido com ela e fazer parte de sua família,, ser tua sobrinha e comadre, sei com certeza que esta no Céu ao lado dos nossos que já se foram, e que a vovó Mercedes e o vovô Wanick te recebeu orgulhosos pela grandeza da pessoa que ela foi aqui na terra, ensinando a todos como viver doando amor por onde ia.
Espero merecer um dia estar a seu lado no paraíso, minha querida e amada tia.
*12/12/1938
+06/04/2013 (74 anos)
Texto: Maria Auxiliadora, filha de Iracema
Foto: de família
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