O trabalho, nos fortalece, nos edifica, nos sustenta, e nos enobrece.
Foto e Mensagem: Mulheres auxiliadoras.
- Início
- Mulheres Auxiliadoras
- Sobre Iracema Wanick ( Sena)
- Sobre Abbadia Camargo Wanick( Badia)
- Sobre Aloysio Wannick ( Sr. Wannick)
- Sobre Petronilha Camargo (Vovó)
- Sobre Nair Wanick ( Fiica )
- SOBRE GERCIA WANNICK
- Sobre Violeta Wanick (Leta)
- Sobre Luzia Wannick ( Peca)
- Transformando Tecidos em Sonhos
- SABOR COM AMOR- DOCES
- SABOR COM AMOR - SALGADO
- Utilidade Pública
- Piadas
- Mensagens Para Todos
- Dicas: Coisas de Mãe!
quarta-feira, 30 de abril de 2014
Mensagem
A saudade, é como a fome.
Mata-se ela, porém ela sempre volta.
Por isso é bom, ter coisas boas para se lembrar.
Faz bem para a alma!
Ame, seja feliz!
Mulheres Auxiliadoras
Mata-se ela, porém ela sempre volta.
Por isso é bom, ter coisas boas para se lembrar.
Faz bem para a alma!
Ame, seja feliz!
Mulheres Auxiliadoras
Piada Da velhinha que Escorregou
Uma velhinha, escorregou nas escadarias da igreja e caiu lá embaixo nos pés de uma bicha.
Um senhor que passava deu bronca na bicha.
- Porque você não impediu que ela caísse?
- A bicha. - Eu não, eu pensei que era promessa!
Manuscritos de Iracema.
Um senhor que passava deu bronca na bicha.
- Porque você não impediu que ela caísse?
- A bicha. - Eu não, eu pensei que era promessa!
Manuscritos de Iracema.
terça-feira, 29 de abril de 2014
Mensagem
A saudade não quer dizer que estamos longe, mas sim que um dia estivemos juntos.
Manuscritos de Iracema.
Autor desconhecido.
Manuscritos de Iracema.
Autor desconhecido.
sábado, 26 de abril de 2014
Sabor com Amor - Lasanha de Abacaxi
1º Molho - Doce de Abacaxi: Descasca e pica um abacaxi, coloca em uma panela com,1 copo pequeno de água, 2 colheres de açúcar e cozinha por uns 15mts, engrossa com 2 colheres de sopa rasas de amido de milho.
2º Molho - Creme Nobre: Coloca em uma panela 1 litro de leite, ( separa um copo para dissolver o amido) 1 lata de leite condensado,3 ou 4 gemas, sem a pele, 3 colheres rasas de amido de milho. Leva ao fogo sem parar de mexer até engrossar, depois deixa uns 2 mts( sem parar de mexer) até cozinhar o amido.
Tira do fogo e acrescenta 1 colher de manteiga, 2 colher de chá de essência de baunilha, e bate um pouco, para misturar bem.
Pré- cozinha a massa da lasanha, ou pode usar a que você preferir.
Coloca em um pirex, primeiro o creme nobre, depois a lasanha, creme, queijo mussarela, o abacaxi, lasanha..... intercala até acabar por último com o creme nobre e o queijo por cima.
Leve ao forno e asse até que esteja, cozida a lasanha.
Esta receita, é excelente para ser servida com carnes assadas em especial a de porco.
Receita feita por Patricia, neta e afilhada de Iracema.
Bom Apetite.
2º Molho - Creme Nobre: Coloca em uma panela 1 litro de leite, ( separa um copo para dissolver o amido) 1 lata de leite condensado,3 ou 4 gemas, sem a pele, 3 colheres rasas de amido de milho. Leva ao fogo sem parar de mexer até engrossar, depois deixa uns 2 mts( sem parar de mexer) até cozinhar o amido.
Tira do fogo e acrescenta 1 colher de manteiga, 2 colher de chá de essência de baunilha, e bate um pouco, para misturar bem.
Pré- cozinha a massa da lasanha, ou pode usar a que você preferir.
Coloca em um pirex, primeiro o creme nobre, depois a lasanha, creme, queijo mussarela, o abacaxi, lasanha..... intercala até acabar por último com o creme nobre e o queijo por cima.
Leve ao forno e asse até que esteja, cozida a lasanha.
Esta receita, é excelente para ser servida com carnes assadas em especial a de porco.
Receita feita por Patricia, neta e afilhada de Iracema.
Bom Apetite.
Domingo dia do Senhor - SEGUNDO DOMINGO DA PÁSCOA (27.04.14) Jo 20, 19-31
“A Paz Esteja Com Vocês”
Texto Completo em: www.matrizsaocristovao.com.br
Imagem: Congregação do Verbo Divino - Curitiba Paraná
quarta-feira, 23 de abril de 2014
Mensagem - Viva Seja Feliz
Mesmo sem saber, no que vai dar.
Assim mesmo, vai valer a pena, se nos levar a ser felizes;
Não importando o tempo que dure.
Nos nascemos para sermos felizes.
Viva Seja Feliz!
Foto e mensagem: Maria Auxiliadora
Dica - Em breve a sensação do almoço de Páscoa - Lasanha de Abacaxi
Ainda essa semana, a sensação do almoço de Páscoa, feita pela neta da Iracema - "Lasanha de Abacaxi"
segunda-feira, 21 de abril de 2014
Sabor com Amor - Salgadinhos para Festa e Lanche da Tarde
Arquivos de Iracema - Revista Manequim, agosto de 1993.
www.manequim.com.br
Obs: Clique na foto, para aumenta-lá.
Dicas para a memória - Arquivos de Iracema
Tome banho de olhos fechados;
Ande de costas;
Memorize a lista do super mercado;
Comer em casa, em cada dia em um comodo ( da casa);
Ao comer tente saber como foi feito, o que tem na comida.
Arquivos de Iracema
Ande de costas;
Memorize a lista do super mercado;
Comer em casa, em cada dia em um comodo ( da casa);
Ao comer tente saber como foi feito, o que tem na comida.
Arquivos de Iracema
Sabor com Amor - Doce de Pera Caseiro
Descasca as peras, ( peras de casa aquelas, duras) mergulhando-as em água com umas duas colheres de vinagre. Depois faz uma calda, acrescenta cravos a gosto, coloca as peras e cozinha-as.
É simples e fácil de fazer, e fica delicioso para comer com sorvete.
Bom Apetite!
Foto e receita: Mulheres Auxiliadoras
É simples e fácil de fazer, e fica delicioso para comer com sorvete.
Bom Apetite!
Foto e receita: Mulheres Auxiliadoras
sábado, 19 de abril de 2014
Viva, Cristo Ressuscitou! Domingo de Páscoa - 20,1-9
“Ele viu e acreditou”
Os quatro evangelhos
relatam os acontecimentos do Dia da Ressurreição, cada um de acordo com as suas
tradições. Mas certos elementos são
comuns a todos: o fato do túmulo vazio, que as primeiras testemunhas eram as mulheres
(embora divirjam quanto ao seu número e identidade e o motivo da sua ida ao
túmulo - para ungir o corpo, ou para vigiar e lamentar), e de que uma delas era
Maria Madalena. Podemos tirar disso a conclusão que as mulheres tinham lugar
muito importante entre o grupo dos discípulos de Jesus, e que elas eram mais
fiéis do que os homens, seguindo Jesus até a Cruz e além dela! Infelizmente, outras gerações fizeram questão
de diminuir a importância das discípulas na tradição – e a Igreja sofre até
hoje as conseqüências.
Lendo os relatos, um
fato salta aos olhos – ninguém esperava a Ressurreição. Para os e as discípulos, a Cruz era o fim da
esperança, a maior desilusão possível.
Se somarmos a isso o fato que todos os Doze traíram Jesus (ou por
dinheiro, ou por covardia), podemos imaginar o ambiente pesado entre eles na
manhã do Domingo. Nesse meio, chega a
Maria e as mulheres com a notícia de que o túmulo estava vazio.
No nosso
texto, Pedro (que tem um papel importante nos textos pós-ressurrecionais) e o
Discípulo Amado (anônimo, mas quase certamente não um dos doze) correm até o
túmulo. O texto deixa entrever a tensão histórica que existia entre a
comunidade do Discípulo Amado e a comunidade apostólica (representada por
Pedro). Pois o Discípulo Amado espera
por Pedro (reconhece a sua primazia), mas enquanto Pedro vê sem acreditar, o
Discípulo Amado acredita. No Quarto
Evangelho, Pedro só realmente vai conseguir amar Jesus no Capítulo 21, enquanto
o Discípulo Amado é o tal desde Capítulo 13. Só quem olha com os olhos do
coração, do amor, penetra além das aparências!
Como em Lucas 24, na
historia dos Discípulos de Emaús, o texto demonstra que a nossa fé não está
baseada em um túmulo vazio! Não é o
túmulo vazio que fundamenta a nossa fé na Ressurreição, mas o contrário - e a
experiência da presença de Jesus Ressuscitado que explica porque o túmulo está
vazio! Cuidemos de não procurar bases
falsas para a nossa fé no Ressuscitado!
Hoje em dia,
quando olhamos para o mundo ao nosso redor, é fácil não acreditar na vitória da
vida sobre a morte. Há tanto sofrimento
e injustiça - guerra, violência, corrupção endêmica, saúde e educação
sucateadas, destruição desenfreada do meio-ambiente, sem falar de desastres
naturais com terremotos e tsunamis! Só
uma experiência profunda da presença de Jesus libertador no meio da comunidade
poderá nos sustentar na luta por um mundo melhor, com fé na vitória final do
bem sobre o mal, da luz sobre as trevas, da graça sobre o pecado! Nós todos somos discípulos amados, pois “nada
nos separa do amor e Deus em
Jesus Cristo ” (cf. Rom 8), mas será que somos discípulos qua
amam? Será que amamos a Jesus e ao próximo?
E lembramos que o ágape, o amor proposto pelo evangelho, não é um
sentimento, mas uma atitude de vida, de solidariedade, de partilha, de justiça.
“O amor consiste no seguinte: não fomos
nós que amamos a Deus, mas foi ele que nos amou, e nos enviou o seu Filho como
vítima expiatória por nossos pecados. Se
Deus nos amou a tal ponto, também nós devemos amar-nos uns aos outros”(I Jo
4, 10-11).
Que a
mensagem da Ressurreição, da vitória da vida sobre a morte, nos anime e dê
força, especialmente quando a Cruz pesar muito em nossas vidas.
e-mail: thughes@netpar.com.br
Fonte: www.matrizsãocristovao.com.br
Imagem:Google
quinta-feira, 17 de abril de 2014
Mensagem - Páscoa Tempo de Renascer! Tempo de Despertar para a Vida Nova
Páscoa: Tempo de renascer! Tempo de
despertar para a vida nova!"
Muitos de
nós, de uma certa idade, lembram ainda quando a Quaresma era observada com
muito rigor nas famílias e comunidades cristãs, com especial ênfase em deprivar-se
de algum bem – doces, bebidas, cinema ou algo semelhante. Que alegria quando chegasse Sábado Santo,
pois tudo isso terminou! Sem negar o
valor das práticas daqueles tempos idos, antes da reforma litúrgica do Papa Pio
XII, a celebração da Páscoa foi diminuída na sua importância e quase que
desligada da caminhada quaresmal, pois a Quaresma terminava ao meio dia do
Sábado Santo!
O ponto alto do Ano Litúrgico é
o Tríduo Pascal. Aqui está resumido todo
o mistério da nossa salvação, pela vida, morte e ressurreição de Jesus. Na quinta à noite comemoramos a Ceia que
resumiu toda a vida de Jesus. “Tendo
amado os seus, amou-os até o extremo”
(Jo 13,1) - até o último ponto de doação, dando a sua vida. Jesus nos deu o mandamento que deve nortear
toda a nossa vida – “façam isso em memória de mim!”. Não fazendo uma lembrança de algo que já
passou, mas o memorial – tornando presente tudo que foi celebrado nessa ceia
derradeira, e comprometendo-nos com o seguimento de Jesus hoje, alimentados por
seu corpo e sangue, numa vida de amor e solidariedade.
Há
uma ligação estreita entre todos os elementos do Tríduo, pois sexta feira foi a
consequencia lógica da vida de Jesus.
Ele não veio para morrer, mas para que “todos tenham a vida e a vida em
abundância” (Jo 10,10). Por isso, o seu
projeto do Reino bateu frontalamente com os projetos de dominação do seu tempo,
e por isso, ele foi assassinado. Fiel
até o fim, assumiu as consequências da fidelidade à vontade do Pai, e foi
morto, e morto na Cruz. Desvinculado da
Quinta-feira Santa e do Sábado Santo, Sexta-feira Santa seria a celebração de
uma derrota fragorosa. Por isso, depois
de sentirmos a dor e a tristeza da sexta feira, aparente vitória do mal,
celebramos, numa explosão de alegria, a vitória de Deus, do bem, na Ressurreição
de Jesus, garantia da nossa, através da Liturgia Pascal.
Nos relatos dos
Evangelhos certos elementos são comuns: o fato que o túmulo era vazio, que as
primeiras testemunhas eram as mulheres, e que uma delas era Maria
Madalena. Um fato salta aos olhos –
ninguém esperava a Ressurreição. A Cruz
era o fim da esperança, a maior desilusão possível. Se somarmos a isso o fato que todos eles
traíram Jesus (ou por dinheiro, ou por covardia), podemos imaginar o ambiente
pesado entre os discípulos na manhã do Domingo.
Nisso, chegam a Maria e as mulheres com a notícia do túmulo vazio.
Pedro e o Discípulo Amado correm até o túmulo. Enquanto Pedro vê sem entender
enquanto o Discípulo Amado acredita. Só
quem olha com os olhos do amor, penetra além das aparências!
Salta aos olhos, mesmo
com uma leitura superficial dos relatos evangélicos, que a experiência da
Páscoa fez uma reviravolta na vida dos discípulos e discípulas. De um grupo de decepcionados, desiludidos e
fracassados, se tornaram um grupo dinâmico, evangelizador, animado, olhando a
vida, com suas alegrias e tristezas, de uma outra maneira. Isso fica claro no relato dos Discípulos de
Emaús, em Lucas 24, 13-35. Podemos
sentir no desabafo do Cléofas sentimentos de tristeza, decepção, desilusão, até
revolta contra Jesus, por, aparentemente, ter fracassado e destruído os sonhos
e esperanças deles: “nós esperávamos (notemos o tempo do verbo!) que fosse ele
o libertador de Israel, mas...já faz três dias que tudo isso aconteceu.” (Lc
24, 21). De repente, depois de ter feito
a experiência da presença de Jesus Ressuscitado, tudo muda: “Então uma disse ao
outro: Não estava o nosso coração ardendo quando ele nos falava pelo caminho e
nos explicava as Escrituras?” Na mesma
hora, eles se levantaram e voltaram para Jerusalém, onde encontraram os Onze,
reunidos com os outros” (Lc 24, 32-33).
Páscoa era para eles,
e deve ser para nós, “tempo de renascer”.
Mas é bom notar – só “renasce” quem morreu! Temos que descobrir em nós o que precisa
renascer, o que tem morrido, ou está agonizando! Pode ser a fé, a força, o ânimo, a esperança,
o engajamento na comunidade, a energia para lutar por um mundo melhor. Todas essas coisas são capazes de renascer,
se realmente fizermos a real experiência da Páscoa, da Ressurreição de
Jesus. Não de uma maneira sentimental e
aérea, mas realista. Para ressuscitar,
Jesus teve que passar realmente pela morte.
Mas venceu a morte e continua a viver – e no meio de nós. Lembremos como Paulo dava importância à
Ressurreição. Escrevendo aos coríntios, uma comunidade onde alguns “iluminados”
negaram ou menosprezaram o fato da Ressurreição, ele brada: “Se os mortos não
ressuscitam, Cristo também não ressuscitou. E se Cristo não ressuscitou, a fé
que vocês têm é ilusória e vocês ainda estão nos seus pecados....Se a nossa
esperança em Cristo é somente para esta vida, nós somos os mais infelizes de
todos os homens (I Cor 15, 16-19).
Não há dúvida que não
é fácil manter sempre a esperança, a fé e a coragem diante de tantas dificuldades
na vida. Sempre foi assim. O autor anônimo de Hebreus, escrevendo na
segunda parte do primeiro século a uma comunidade judeu-cristã, sabia disso, e
falou: “Corramos com perseverança na corrida, com os olhos fixos em
Jesus...para que vocês não se cansem e não percam o ânimo, pensem atentamente
em Jesus” (Hb 12, 1c-3). A celebração da
Semana Santa nos dá uma oportunidade de fazer isso – olhar de novo atentamente
para Jesus, o Verbo de Deus, “que se fez homem e armou a sua tenda no meio de
nós” (cf Jo 1, 14). Assim podemos
reanimar a nossa fé, a nossa missão, a nossa participação na comunidade,
olhando, recordando e celebrando o Jesus real que se tornou igual a nós em
tudo, menos o pecado. Ele que, apesar de
ser abandonado por quase todos e sentindo-se abandonado até pelo Pai, gritou
“Meu Deus, Meu Deus porque me abandonaste”(Mc 15,34), mesmo assim foi fiel até
o fim e assim foi ressuscitado pelo Pai.
Tempo de renovação, tempo de reviver, tempo de ânimo novo, tempo santo –
a celebração da Vida, Morte e Ressurreição de Jesus, “autor e consumidor da fé”
(Hb 12,3) Que esta celebração nos dê renovado força e novo ânimo sempre,
especialmente quando a Cruz for muito pesada!
Pe. Tomaz Hughes SVD
Imagem: Google
Imagem: Google
quarta-feira, 16 de abril de 2014
Assinar:
Postagens (Atom)






































